Sobre meu coração, pousava uma mão de mulher, sobre essa mão descansava a minha. Carícias lentas, ao ritmo de brisas, trigo e lezírias do Alentejo, da mesma cor. olhos nos olhos, sorrisos que se cuidavam. Ruínas de pedras sobrepostas, e um entendimento de olhares. A minha mão que cobria a tua. Devagarinho, dedos entrelaçados. Nesse momento, ensinaste-me algo que não houve professor, nem faculdade que mo tivesse dito antes. Afinal é possível que os olhos se toquem.
PS: Já passamos por sismos que nem damos por isso, e tão concentrados que estamos um no outro. Notável.
PS: Já passamos por sismos que nem damos por isso, e tão concentrados que estamos um no outro. Notável.
Ivo Almeida
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